terça-feira, 6 de agosto de 2013

Presidente da África do Sul Felicita Mugabe pela Reeleição

Zimbabué-O Presidente sul-africano, Jacob Zuma, felicitou o seu homólogo do Zimbabué, Roberto Mugabe, pela sua reeleição e pediu a todos os partidos que aceitem o resultado já rejeitado pela oposição, que alega a existência de fraudes.
 
Zuma "endereça as suas profundas felicitações ao Presidente Robert Mugabe pela sua reeleição como Presidente da República do Zimbabué, depois das eleições gerais realizadas a 31 de Julho", indicou, num comunicado difundido pelo ministério dos negócios estrangeiros.
 
Robert Mugabe, no poder há 33 anos, foi declarado vencedor das eleições presidenciais, na primeira volta, com 61% dos votos, segundo os resultados oficiais divulgados no sábado.
 
O líder da oposição no Zimbabué, Morgan Tsvangirai, anunciou que vai contestar na justiça os resultados das eleições gerais de quarta-feira passada, que qualificou como "ilegais".
 
Na sequência dos resultados, a União Europeia (UE) manifestou preocupação com as "alegadas irregularidades" e "falta de transparência" nas eleições e Londres manifestou "sérias" dúvidas quanto à legitimidade dos resultados. Também os Estados Unidos afirmaram que os resultados não são "credíveis". Fonte: dnotícias.PT 

PT pode Vender activos em África para Financiar Brasileira Oi


Portugal-A necessidade de liquidez para financiar um eventual aumento de capital ou o reforço da participação na brasileira Oi, onde a Portugal Telecom (PT) tem 23,3% do capital, poderá levar a dona do Meo a vender activos em África, acreditam os analistas do Bank of America Merrill Lynch (BAML) e do Barclays.
 
"Vemos movimentações no portefólio em África como uma potencial forma de financiar as necessidades do Brasil, sobretudo naquilo que o presidente executivo Zeinal Bava pode fazer para melhorar o ‘free cash flow' e as perdas na Oi", defende o Barclays.

Também o BAML refere que, caso a PT precise de reforçar a sua liquidez - apesar de estar financiada até 2017 - será por via da Africatel e da Timor Telecom. "A venda da CTM mostra que a PT pode estar receptiva a um negócio se o preço for certo", defendem os analistas, que avaliam a participação de 75% na Africatel ('holding' que agrega as participações em África) e os 41% na Timor Telecom em 1,49 mil milhões de euros. Ainda assim, o BAML admite que poderá ser difícil encontrar uma oferta "a um preço que a PT esteja disposta a considerar".
 
O cancelamento do dividendo de 350 milhões de euros da Oi coloca pressão na remuneração accionista da PT e numa eventual necessidade de liquidez da operadora liderada por Zeinal Bava. Os analistas prevêem a redução do dividendo da PT e o BAML refere que o corte pode ser de 0,325 euros por acção para 0,15 euros por acção em 2013/2014. "Isto resultaria numa poupança de 154 milhões de euros por ano e dá à PT uma maior margem enquanto o ‘dividend yeld' continua nos 5%. O actual ‘yeld' de 11% é insustentável." A PT só paga dividendos em Abril de 2014, pelo que o anúncio, a acontecer, só será feito no final do ano.
 
O possível aumento de capital da Telemar, ‘holding' que inclui a Oi) abre várias possibilidades para a PT. O BAML defende que, se a Oi cortar totalmente o dividendo será necessária uma injecção de capital de 85 milhões de reais (27 milhões de euros) por ano, só do lado da dona do Meo. Se o corte for de apenas 50% o valor também reduz para pouco mais de metade.
 
Os accionistas da Telemar também poderão cobrir apenas os juros da dívida da empresa, o que levaria a uma injecção de capital de 23 milhões de euros por ano só da PT - 106 milhões de euros entre todos.

Se os accionistas avançarem com o pagamento do total dívida líquida a PT teria de contribuir com 290 milhões de euros. Este seria o cenário mais positivo para a PT, defende o BAML, já que o corte no dividendo libertaria 150 milhões de euros e o resto poderia ser financiado com a liquidez existente.
 
Em cima da mesa, segundo tem sido avançado pela imprensa brasileira, está a possibilidade da PT comprar a participação dos outros dois accionistas de referência: a La Fonte e a Andrade Gutierrez, que detêm 12,6% da Telemar cada. Pelas contas do banco, a PT precisaria dos já referidos 290 milhões de euros mais o valor acordado com os restantes accionistas para a compra da participação - no mínimo 283 milhões de euros para a dívida. "A PT pagaria a dívida e um prémio pela participação", conclui o banco. Fonte: E

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Clinton Envia Foto de zebras para Hillary pelo Twitter Durante Viagem pela África

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Bill Clinton-O ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, que está viajando pelo continente africano participando na actividades da fundação que leva o seu nome, enviou uma foto de três zebras que apareceram perto do quarto do hotel onde ele está hospedado para a mulher, Hillary Clinton.

“Hey Hillary! Envio uma foto desses cavalos engraçados que apareceram perto do meu quarto de hotel. Saudades”, escreveu Clinton, em tom de brincadeira. Fonte: Terra ofertas

Presidente Obiang da Guiné Equatorial Recebe Prémio Kim Jong-il

Presidente Obiang da Guiné Equatorial recebe prémio Kim Jong-il

Guiné Equatorial-O Presidente da República da Guiné Equatorial foi galardoado com o Prémio Internacional Kim Jong-il, pelo seu «compromisso com a justiça, o desenvolvimento, a paz e a concórdia», anunciou o gabinete de imprensa de Obiang Nguema Mbasogo.


De acordo com a assessoria de imprensa do presidente da Guiné Equatorial, o prémio foi atribuído no dia 25 de Julho pelo conselho que atribui o galardão.
 
O prémio internacional foi criado em Dezembro de 2012, um ano depois da morte do antigo líder norte-coreano, para comemorar o vigésimo primeiro aniversário da designação de Kim Jong-il como Comandante Supremo do exército norte-coreano.Fonte: Diáriodigital

Guiné-Bissau adopta " Recenseamento Manual Melhorado"

Guiné-Bissau-Depois de vários encontros entre o Presidente de Transição da Guiné-Bissau, Serifo Nhamdjo e os partidos guineenses, o consenso foi alcançado no sentido de adoptar um “recenseamento manual melhorado” para as próximas eleições, marcadas para 24 de Novembro. A decisão foi tomada sexta-feira, 2 de Agosto num encontro em que ficou claro que uma das inovações é o novo cartão do eleitor que vai passar a ter a fotografia do titular, tirada na altura do recenseamento. É, portanto, uma das medidas para evitar a falsificação do cartão do eleitor.


No final do encontro o Presidente de Transição, Serifo Nhamadjo disse que tudo isso será ilustrado no projecto de lei que a comissão está a finalizar. Ele esclareceu ainda que este passo era necessário para que o Gabinete Técnico de Apoio ao Processo Eleitoral possa ter suporte jurídico.


Questionado sobre a existência ou não de financiamento para as eleições, Serifo Nhamadjo afirmou que segundo as informações que já têm, falta agora a Comunidade Internacional juntar esforços para completar tudo.

O Presidente disse ainda aos jornalistas que a data de 24 de Novembro é inadiável. “Estamos a fazer esforços e a pedir à Comunidade Internacional para nos ajudar na burocracia para que realmente 24 de Novembro seja uma data certa.” – acrescentou.

Na quarta-feira passada, o Presidente Nhamadjo, os partidos e a Comissão Parlamentar encarregada da revisão pontual da lei eleitoral reuniram-se na ANP.

De referir que a maioria dos partidos defendiam o recenseamento biométrico, o que é impossível nesta altura devido aos custos e ao tempo necessário para a sua realização.

Segundo previsões, o orçamento para o recenseamento biométrico rondava os 20 milhões de euros, enquanto que o novo modelo de "recenseamento manual melhorado" vai custar aos doadores pouco mais de 10 milhões de euros e durará entre um mês e meio e dois meses. Os guineenses residentes da diáspora poderão, desta vez, participar nas eleições gerais. Fonte: Radio Vaticano

Guiné-Bissau: Ramos-Horta Adverte Autoridades de Transição Sobre Prazos do Período Eleitoral

Guiné-Bissau - O Representante Especial do Secretário-geral das Nações Unidas para a Guiné-Bissau, José Ramos-Horta, disse que muitos dos prazos não foram cumpridos pelas autoridades de transição, como o período de formação do Governo de inclusão e a definição do modelo de recenseamento eleitoral, razão pela qual não se pode esperar pela perfeição do processo em curso no país.
 
José Ramos-Horta falou em exclusivo à PNN, à margem do jantar que ofereceu, terça-feira última, 30 de Julho, na sua residência em Bissau, ao Comandante-geral da Polícia Nacional de Timor-Leste, Longuinhos Monteiro, que está em visita de trabalho ao país.

O Representante Especial sublinhou que não acredita que a data das eleições esteja comprometida: «Não creio que, nesta situação, a data esteja comprometida. O Governo deveria ter sido formado desde Maio e o sistema biométrico já devia ter sido posto de lado, para se avançar com o processo», referiu Ramos-Horta.

Em relação ao período de sete dias anunciado na semana passada, o antigo Presidente timorense disse esperar que, até quinta-feira última, 1 de Agosto, seja anunciado o modelo de recenseamento do sistema manual avançado.

«O Presidente de transição deu o prazo de uma semana, que está a terminar. Espero que, até lá, seja tomada a decisão, com um recenseamento manual avançado», disse o responsável da ONU.

No que concerne à visita do Comandante-geral da Polícia Nacional de Timor-Leste ao país, Ramos-Horta disse não querer interferir no assunto entre os dois Governos, sublinhando que todo o esforço internacional com vista a ultrapassar a crise que a Guiné-Bissau atravessa é bem-vindo, pelo que o Gabinete Integrado das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNIOGBIS) apoia os esforços.

Sobre a situação social da Guiné-Bissau, o ex-Chefe de Estado timorense apelou aos cidadãos para que não desistam da dádiva que lhes concedeu, um país onde não há vandalismo, violência inter-bairros e crimes étnicos. O assunto esteve no centro da conversa entre Ramos-Horta e os seus conterrâneos em missão de trabalho na Guiné-Bissau. Fonte: Jornal SP

Economista Paulo Gomes Decide até Final do Mês se é Candidato na Guiné-Bissau

Guiné-Bissau-O economista guineense Paulo Gomes disse que até final do mês de Agosto decidirá se se apresenta como candidato às eleições gerais de 24 de novembro na Guiné-Bissau.
Em declarações telefónicas à agência Lusa a partir de Bissau, Paulo Gomes explicou que lançou na rede social Facebook "um processo de auscultação" sobre uma sua eventual candidatura e que até final do mês de Agosto "estará no terreno a ouvir os chefes locais" da Guiné-Bissau.
 
Paulo Gomes adiantou que do resultado dessa consulta dependerá a sua decisão. Para já, o economista mostra-se "animado" e "encorajado" com os contributos e as reações a uma possível candidatura protagonizada por si.
 
O nome do economista, que foi quadro superior do Banco Mundial e do Banco Africano de Desenvolvimento, e regressou à Guiné-Bissau após 15 anos a residir no estrangeiro, tem sido veiculado por várias vozes como possível candidato presidencial ao escrutínio de 24 de novembro.
 
Em Janeiro, numa entrevista à agência Lusa, Paulo Gomes tinha já admitido essa possibilidade, mas, segundo disse na altura, trata-se de "uma decisão importante" que deve ser precedida de uma "consulta alargada" e tomada sem precipitações.
 
Formado em economia pelo Instituto de Relações Internacionais (ILERI) de Paris e com um mestrado pela universidade norte-americana de Harvard, Paulo Gomes fundou recentemente a Consultora Internacional Constelore e o instituto Benten, um "think-thank" sobre o desenvolvimento na Guiné-Bissau.
 
Entre 1995 e 1998, foi conselheiro do Ministério das Finanças, Planeamento e Comércio da Guiné-Bissau. Foi um dos fundadores do Partido da Convergência Democrática (PCD) e por três vezes convidado a liderar governos na Guiné-Bissau, o que nunca aceitou. A Guiné-Bissau está a ser gerida por um Governo de transição, na sequência do golpe militar que em Abril de 2012 afastou do poder o Presidente e primeiro-ministro eleitos, Raimundo Pereira e Carlos Gomes Júnior, respetivamente.
 
Após este golpe, Paulo Gomes foi convidado uma vez mais a liderar o Governo de transição, mas o seu nome terá alegadamente sido vetado por Kumba Ialá, líder do Partido da Renovação Social (PRS), uma versão na qual o economista não acredita.
 
"Foi a terceira vez que fui convidado para primeiro-ministro e era uma questão que considerava mediante algumas condições. Não acredito que tenha sido o Kumba Ialá. Não partilhamos a mesma visão política, mas é um patriota e não tenho elementos que digam que ele vetou a decisão", disse em Janeiro à Lusa. São já conhecidas três candidaturas às presidenciais de 24 de novembro: a do primeiro-ministro deposto Carlos Gomes Júnior, a do antigo ministro da Educação da Guiné-Bissau Tcherno Djaló e a do antigo diretor-geral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Hélder Vaz. Fonte:RFI