quarta-feira, 22 de maio de 2013

DECO: Bancos Ingnoram Perfil dos Clientes e só Aconselham Investimentos em Produtos de Campanha

Portugal-Os bancos estão a ignorar o perfil ou desejo de investimento dos clientes, independentemente do prazo que estes pretendam investir. Em vez disso, a banca sugere aos clientes o investimento em produtos de campanha, recaindo a sugestão sobretudo em depósitos a prazo. A conclusão é dos analistas da revista Proteste Investe, da Deco.
 
"Perante um pedido de aconselhamento para investir 5.000 euros, os cinco maiores bancos a operar em Portugal ignoraram os desejos e os perfis dos potenciais clientes. A maioria dos funcionários limitou-se a propor produtos financeiros em campanha", adianta a Deco Proteste.
 
A associação de defesa do consumidor utilizou clientes-mistério para o estudo, tendo sido visitadas 70 agências - espalhadas por Coimbra, Évora, Faro, Leiria, Lisboa, Porto e Viseu - dos cinco maiores bancos: Caixa Geral de Depósitos. BCP, BES, BPI e Santander Totta.
 
Para avaliar os conselhos dados pelos bancos, foram criados dois cenários simples: os clientes-mistério pretendiam investir 5.000 euros durante 1 ano ou 5.000 euros até 5 anos.
 
"Independentemente do prazo apontado pelo cliente, os produtos sugeridos foram basicamente os mesmos, recaindo sobretudo em depósitos a prazo", refere a Deco. 
 
Além disso, o estudo destaca que, nos bancos, “os funcionários limitaram-se a aconselhar os produtos ‘estrela’ que estavam a ser alvo de promoção comercial mais activa. Os funcionários até apontaram para depósitos a prazo que rendem menos do que os depósitos mais generosos no próprio banco”.

terça-feira, 21 de maio de 2013

À Comunidade Acadêmica






 
Explicações de Direito:

Informo ao público acadêmico de que dou explicações para os alunos de curso de direito. Os interessados podem-me contactar através do meu e-mail: cirilojoaovieira@hotmail.com ou cirilojoaovieira.nenhum@facebook.com
                        
Valor de explicações:

Ajustado a circunstância económica-financiceira em que nós estamos envolvido
                        
Qualidade de explicações:

Acima da média. Não perca oportunidade, a sua satisfação é o meu objectivo, honra e sucesso ciêntifico

                        
Experiência de explicações:

5 anos de experiência
                        
                
 Informação adicinal:

Tenho várias formações modulares de curta duração co-financiada nas seguites áreas:
-Economia
-Gestão
-Contabilidade financeira
 

Recibos Verdes Ficam Sem Reforma Antecipada

Recibos verdes sem reforma antecipada após desemprego
Portugal-O novo regime de proteção no desemprego dos trabalhadores independentes não permite a passagem antecipada à reforma.
 
Os subsídios de desemprego começam a ser pagos já este mês aos recibos verdes que cumpram os requisitos legais mas fica afastada a hipótese de os trabalhadores mais velhos poderem aceder à reforma antecipada quando termine o subsídio de desemprego, como acontece com os trabalhores dependentes, o que prejudica os trabalhadores mais velhos que não encontrem colocação, de acordo com o Jornal de Negócios.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Novo Partido Grego Defende Saída do Euro

Grécia-A Grécia tem um novo partido político. Chama-se “Plano B” e defende a saída do país do Euro e o regresso ao dracma. A eventual saída de Atenas da moeda única tem sido equacionada desde que a crise financeira se abateu sobre o país.
 
O fundador do “Plano B”, explica porque decidiu avançar com a nova formação política. “A experiência que temos com todas as crises recessivas internacionais diz-nos que nenhum país conseguiu sair da recessão com uma moeda cara que é também usada por uma grande potência económica como a Alemanha.Precisamos de uma divisa que seja competitiva para facilitar as exportações e estimular o mercado interno”, salienta Alekos Alavanos.
 
Alguns simpatizantes presentes no lançamento do partido concordam com o “Plano B”. “Acredito que uma saída do euro vai dar ao nosso país a possibilidade de desenvolver uma política económica independente a favor do povo. O Euro é um cinto que impede a Grécia de se desenvolver”, afirma Yannis Stavridis, um artesão de cerâmica antiga.
 
Para já o partido tem apenas 400 militantes mas é a segunda formação criada em menos de uma semana que defende o regresso ao dracma, uma moeda vista por muitos com nostalgia.

Estudo Indica os Interesses Estratégicos do Golfo da Guiné





Luanda - Pelo menos 260 milhões de habitantes vivem nos 5,7 milhões de quilómetros quadrados que compõem o território estabelecido no Tratado da Comissão do Golfo da Guiné, conferindo a essa região uma importância estratégica global, devido também aos seus recursos petrolíferos e pesqueiros.
 
De acordo com o estudo Linhas Mestras da Estratégia da CGG para a Gestão da Paz e Segurança na Região, o Golfo da Guiné possui também o segundo maior conjunto florestal do mundo, a terceira maior bacia hidrográfica do mundo e mais da metade do cobalto das reservas mundiais.
 
Além dos seus imensos recursos pesqueiros e petrolíferos, estes últimos estimados em 44 mil milhões de barris de petróleo e cinco bilhões de litros de gás, a região tem mais de um terço de diamantes do mundo e cerca de 80 porcento da reserva de columbita-tantalita (coltan) existente no planeta.
 
Assinado pelos chefes de Estados de Angola, Camarões, Guiné-Equatorial, Congo, RD Congo, Nigéria e São Tomé e Príncipe, o Tratado é uma manifestação da vontade dos Estados membros de utilizar a mesma visão para a aquisição de conhecimentos tecnológicos para a herança comum da região, sublinha o documento.
 
Neste quadro, o pacto constitutivo da CGG visa a promoção da paz, a segurança assim como o bem-estar económico, social e ambiental dos seus membros.
 
Além disso, é também uma plataforma comum para regular e harmonizar a exploração dos recursos naturais da região, em particular os pesqueiros e petrolíferos e outros que aí se encontrem.
 
De acordo com as Linhas Mestras da Estratégia da CGG, o pacto constitutivo da comissão tem ainda como objectivo a resolução de conflitos resultantes da delimitação de fronteiras marítimas e zonas sobrepostas à Zona Económica Exclusiva (ZEE) de alguns Estados membros.
 
Para prevenir a conflitualidade entre Estados membros, preconiza-se a criação e o emprego de Patrulhas Conjuntas de Fronteiras.Ao apreciar a segurança da região, o documento realça que ela (segurança) é influenciada pelos interesses externos que aqui se satisfazem, não excluindo também os diferendos entre Estados que a integram e os conflitos entre comunidades sub-regionais.
 
Além desses factores, o documento aponta também a imigração e pesca ilegais, o tráfico de drogas, o roubo de petróleo, a pirataria marítima, as ameaças ambientais, o terrorismo internacional e os efeitos nocivos da globalização.

Viiragem da China Para o Continente Africano é "Definitiva" - especialista ISCTE

Lisboa -- O especialista do ISCTE Nelson Santos António afirmou em Lisboa que a viragem da China para o continente africano é "definitiva", destacando também uma "nova atitude" de Pequim no relacionamento com os países africanos.
 
"Penso que a China está lá para ficar", disse à agência Lusa Nelson Santos António, professor catedrático e especialista do ISCTE, que proferiu uma palestra sobre "A China em África", na reitoria da Universidade de Lisboa.
 
Falando à margem da iniciativa, o especialista lembrou que apesar da sua "forte presença" em quase todo o continente africano, a China não está num "outro patamar" e que outros países como os EUA, Japão, Índia ou mesmo a Europa podem vir a disputar as 'riquezas africanas' num futuro próximo.


Prática Homossexual Ainda é Crime Em 78 países

Homossexuais no Mundo-Ao menos 78 países ainda contam com leis que criminalizam práticas homossexuais, de acordo com relatório anual sobre homofobia divulgado neste mês pela Ilga (sigla em inglês para International Lesbian, Gay, Bisexual, Trans and Intersex Association).

A maioria dos países listados fica na África, seguidos por Ásia e América Central. A prática é legal em toda a Europa e América do Norte, e na América do Sul apenas a Guiana criminaliza a homossexualidade. Já as leis do Iraque e da Índia são classificadas como “incertas” ou “indefinidas” pela entidade. Clique aqui para acessar o relatório completo (em inglês ou espanhol).
 
Pessoas declaradas culpadas por conduta homossexual podem ser condenados à morte em cinco países: Arábia Saudita, Irã, Iêmen, Mauritânia e Sudão –além de regiões da Nigéria e da Somália. 
Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), a aplicação da pena de morte na punição de crimes não violentos –incluindo relações sexuais entre adultos do mesmo sexo– constitui uma violação da lei internacional sobre direitos humanos.
 
Desde 2000, contudo, as leis que criminalizam actos homossexuais foram revogadas na Armênia, Azerbaijão, Bósnia-Herzegovina, Cabo Verde, Geórgia, Nicarágua e Estados Unidos, por exemplo, sendo que os casos mais recentes são Panamá (2008), Nepal (2008) e Fiji (2010).
 
No texto de apresentação do relatório, assinado pelos secretários-gerais Gloria Careaga e Renato Sabbadini, a Ilga afirma que a criminalização representa a prática da homofobia pelo próprio Estado. Tal conceito é defendido por Toni Reis, secretário de educação da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais).
 
"Como disse [o líder indiano] Gandhi, uma civilização é julgada pelo tratamento que dispensa às minorias. A criminalização é a pior forma de homofobia que existe. Aqui, por exemplo, a gente combate a igreja e defende a laicidade do Estado"